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Nanci Vince

Formação em psicologia
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Um pouco sobre Nanci Vince

Este site, não tem conotação religiosa.

Ele tem uma conotação Metafísica. Isto é, compreender a vida além do físico. Ter consciência que somos seres espirituais vivendo experiências que precisam ser vividas para elevar a nossa alma, neste mundo de ações.

Ter em mente, que nada passa despercebido aos olhos do Universo, e que portanto, não há vítimas e nada acontece por acaso.

  • Desenvolvi meus trabalhos em nível individual e ministrei e ministro cursos e palestras em Metafísica.
  • Apresentei o curso de florais de Bach na semana de Biologia da Faculdade de Botucatu.
  • Ministrei palestra de Astrologia na semana de Enfermagem da UNICID – Universidade Cidade de São Paulo.
  • Escrevi muitos anos diversos artigos sobre Metafísica para várias revistas, entre as quais Revista Homeopatia e Cia, em que tratei temas como: “ O caminho para a cura”, “ Não há coragem sem medo” e “ Dança Terapia “.
  • Concedi entrevista para a rádio Web da Universidade Ibirapuera, programa People 10 da professora Sonia M.M.A. Dick, e para o programa de Televisão Rede Mulher, sobre Florais de Bach.
  • Participei como palestrante do primeiro Congresso Sul Americano de Florais de Bach com o tema “ Florais de Bach e a Astrologia”.
  • Escrevi e editei em 2006, o livro “ Os Sinais Que a Vida Nos Dá”.
  • Durante 1 ano trabalhei na Rádio Livre, da cidade de Tatuí
  • Atualmente, além de ministrar vivências e palestras em Metafísica e atendimento em Astrologia, mantenho um trabalho social e me dedico à Meditação. O estudo da Meditação me levou a escrever meu segundo livro ainda não editado.

Metafísica (do grego antigo μετα (metà) = depois de, além de; e Φυσις [physis] = natureza ou física) é uma das disciplinas fundamentais da filosofia. Os sistemas metafísicos, em sua forma clássica, tratam de problemas centrais da filosofia teórica: são tentativas de descrever os fundamentos, as condições, as leis, a estrutura básica, as causas ou princípios, bem como o sentido e a finalidade da realidade como um todo ou dos seres em geral.

Um ramo central da metafísica é a ontologia, a investigação sobre as categorias básicas do ser e como elas se relacionam umas com as outras. Outro ramo central da metafísica é a cosmologia, o estudo da totalidade de todos os fenômenos no universo.

Concretamente, isso significa que a metafísica clássica ocupa-se das “questões últimas” da filosofia, tais como: há um sentido último para a existência do mundo? A organização do mundo é necessariamente essa com que deparamos, ou seriam possíveis outros mundos? Existe um Deus? Se existe, como podemos conhecê-lo? Existe algo como um “espírito”? Há uma diferença fundamental entre mente e matéria? Os seres humanos são dotados de almas imortais? São dotados de livre-arbítrio? Tudo está em permanente mudança, ou há coisas e relações que, a despeito de todas as mudanças aparentes, permanecem sempre idênticas?

O que diferencia a metafísica das ciências particulares é que a metafísica considera o “inteiro” do ser enquanto as ciências particulares estudam apenas “partes” específicas do ser. A metafísica distingue-se das ciências particulares por conta do objeto a respeito do qual está preocupada, o ser total, e por ser uma investigação a priori. Por isso, a diferença entre os métodos da metafísica e das ciências particulares decorre da diferença entre os objetos estudados. Devemos lembrar-nos de que as categorias que valem para as partes não podem ser estendidas ao inteiro.

No quarto livro da Metafísica, Aristóteles nos informa que a filosofia primeira “não se identifica com nenhuma ciência particular, pois nenhuma outra ciência considera o ser enquanto ser em geral, mas, depois de ter delimitado uma parte dele, cada uma estuda as características dessa parte”(1003a 21-25). Por vezes, Aristóteles parece tornar a metafísica uma ciência particular ao nos dizer que ela estuda as causas primeiras de todas as coisas, mas, na maior parte do tempo, a trata como a ciência do geral.

É muito comum imaginar que a metafísica lida com a transcendência, mas isso é um erro. Alguns tipos de pensamento metafísico centram-se no conceito de transcendência, mas não todos. Como já dito, o que caracteriza a Metafísica é a problemática do inteiro, por isso, são metafísicos “tanto os que afirmam que o inteiro envolve o ser supra-sensível e transcendente considerado como origem de todas as coisas, quanto os que afirmam que o inteiro não inclui nenhuma transcendência e, consequentemente, fazem a discussão da problemática do inteiro coincidir com a do sensível”1 . Por exemplo, se se considera que só exista o mundo sensível e que esse mundo seja totalmente material, então assume-se uma posição metafísica.

A Astrologia (do grego astron, “astros”, “estrelas”, “corpos celestes”, e logos, “palavra”, “estudo”) é uma pseudociência1 apoiada por religiões ligadas à feitiçaria como a wicca,2 segundo a qual as posições relativas dos corpos celestes poderiam, hipoteticamente, prover informação sobre a personalidade, as relações humanas, e outros assuntos relacionados à vida do homem. É, como tal, uma atividade divinatória, quando usada como oráculo, mas também pode ser usada como ferramenta para definição das personalidades humanas. O cientista suíço Carl Gustav Jung em seus estudos chamava a este conceito de sincronicidade. Um praticante de Astrologia é chamado astrólogo.

Os registros mais antigos sugerem que a Astrologia surgiu no terceiro milênio a.C.. Ela teve um importante papel na formação das culturas, e sua influência é encontrada na Astronomia antiga, nos Vedas, na Bíblia, e em várias disciplinas através da história. De fato, até a Idade Moderna, Astrologia e Astronomia eram indistinguíveis. A Astronomia começou a divergir gradualmente da Astrologia desde o tempo de Cláudio Ptolomeu, e essa separação culminou no século XVIII com a remoção oficial da Astrologia do meio universitário. Hoje no Brasil existe o Curso de Aperfeiçoamento em Formação e Pesquisa Astrológica no centro universitário de Brasília – UNICEUB, coordenado pelo astrólogo Francisco Seabra. Não existem registros oficiais de cursos de astrologia em outras universidades, mesmo nos Estados Unidos.

Os astrólogos afirmam que o movimento e posições dos corpos celestes podem influenciar diretamente, ou representar, eventos na Terra e em escala humana. Alguns astrólogos definem a Astrologia como uma linguagem simbólica, uma forma de arte, ou uma forma de vidência, enquanto outros definem como ciência social e humana.

Nenhum estudo científico realizado até hoje mostrou a eficiência da astrologia para descrever personalidades ou fazer previsões e, por isto, ela é considerada pela comunidade científica uma pseudociência ou superstição 1 , não compatível com o Método Científico 3 . No paradigma da física moderna não existe nenhuma forma de interação que poderia ser responsável pela transmissão da suposta influência entre uma pessoa e a posição de planetas e estrelas no céu no momento do nascimento. Além disso, todos os testes feitos até agora, mantendo métodos rigorosos para incluir um grupo controle e mascaramento adequado entre experimentadores e sujeitos não resultam em qualquer efeito além do puro acaso. Por outro lado alguns testes psicológicos mostram que é possível elaborar descrições de personalidade e previsões suficientemente genéricas para satisfazer a maioria dos membros de um grande público ao mesmo tempo. Este é o efeito conhecido como o Efeito Forer.

Terapia criada nos anos de 1928 a 1936, pelo Dr. Edward Bach, médico homeopata, bacteriologista e imunologista.

A terapia floral pretende contribuir para o equilíbrio das emoções do paciente. Ou seja, procura diminuir ou eliminar o stress, depressão, pânico, desespero, sentimentos de culpa, cansaço físico ou mental, solidão, tristeza, indecisão, sensibilidade excessiva, ciúmes, ódio, mágoas, todos os tipos de medos, ansiedades e preocupações que uma pessoa esteja sofrendo.

Dr. Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886, em Moseley, um vilarejo perto de Birmingham, Inglaterra. Com dezessete anos alistou-se no Corpo de Cavalaria de Worcestershire. Nesta época ele não se conformava com os tratamentos paliativos que seus colegas trabalhadores recebiam, e acreditava haver um meio de curar realmente, inclusive as doenças tidas como incuráveis. Com vinte anos entrou na Universidade de Birmingham.

Finalizou os estudos com o treinamento prático no “University College Hospital” em Londres, em 1912. Além dos diplomas e títulos que obteve ao se formar, recebeu também os títulos de Bacteriologista e Patologista, em 1913, e o diploma de Saúde Pública, em 1914.

O uso de flores e plantas no tratamento humano é muito antigo. Pesquisas indicam que as flores já eram utilizadas com este objetivo antes de Cristo. Os aborígines australianos comiam a flor inteira para obter os seus efeitos, e tanto os egípcios, como os africanos e os malaios já faziam uso delas para tratar dos desequilíbrios emocionais. Há registros de que no século XVI Paracelso já utilizava as essências florais para tratar de desequilíbrios emocionais em seus pacientes. No entanto, a utilização de essências florais ultradiluídas foi introduzida por Bach.

Nos anos 1930, o Dr. Edward Bach queria as essências florais nas casas das pessoas, onde a mãe pudesse indicar o melhor floral para o seu filho.

Em 1996, a The Dr. Edward Bach Foundation, da Inglaterra, promoveu o Primeiro Curso Internacional de Terapia Floral no Brasil com o objetivo de divulgar as essências Florais de Bach e de formar practitioners (terapeutas florais reconhecidos e avalizados pela Fundação Bach).

Ao longo das últimas décadas, dezenas de sistemas florais foram sendo desenvolvidos em várias partes do mundo, cada um com suas peculiaridades determinadas pelas flores de cada região. Um dos primeiros sistemas que surgiram na década de 1980 foram os Florais da Califórnia, desenvolvido nos Estados Unidos. Posteriormente surgiram os Florais do Sistema Bush, na Austrália. Hoje, dentro de um mesmo país, há vários sistemas cada um utilizando um grupo de flores regionais, embora não seja incomum encontrar flores semelhantes entre os sistemas.

As essências florais são consideradas remédios homeopáticos nos Estados Unidos, onde remédios homeopáticos são considerados complementos alimentares. Do mesmo modo, no Brasil as essências florais, que surgiram nos anos 1980 e se intensificaram nos anos 1990, não são consideradas medicamentos, drogas ou insumos farmacêuticos. Essa classificação exime esses preparados de apresentarem comprovações de eficácia em tratamentos ou de submissão ao regime de vigilância sanitária, mas também não permite que sejam apresentadas indicações terapêuticas, com finalidades preventivas ou curativas.1

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